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Guebuza na graduação dos primeiros engenheiros do ISPS

(AIM) O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, orientou hoje a cerimónia de graduação dos primeiros 17 engenheiros formados pelo Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS), acto havido na Vila de Songo, província central de Tete.

Os graduados são dos três cursos administrados pelo estabelecimento de ensino que são engenharia hidráulica (nove); engenharia termo técnica (cinco) e engenharia eléctrica (três), dum universo de pouco mais de 102 candidatos, mas que por diversas razões alguns ficaram pelo caminho e outros lutam ainda pela conclusão dos cursos.

Discursando na ocasião, Guebuza disse aos graduados que a escola da vida aguarda por eles nas oficinas, nas fábricas e nas instalações onde vão encontrar operários experimentados que serão seus mestres e lhes vão mergulhar, de forma intensa, no quotidiano da profissão.

“Respeitem-nos e aprendam deles, com eles também partilhando o que aqui aprenderam durante a vossa formação”, disse o presidente, apontando que deles se esperam respostas para a pressão que a indústria está a impor com o seu rápido crescimento, devendo, por isso, saber valorizar o investimento feito e honrar as expectativas criadas.

O estadista moçambicano, que recuou na história, disse que foi no dia 27 de Novembro de 2007 que, no local, o país proclamou a vitória pela remoção do último reduto representante dos 500 anos de dominação estrangeira, a Reversão de Hidroeléctrica Cahora Bassa (HCB), efeméride que assinala na quinta-feira o 7/o aniversário.

Nesse momento, segundo o presidente, apresentava-se um enorme desafio de formar quadros para responder a demanda que crescia em diferentes áreas de especialidade indispensáveis para a indústria energética e necessários para tomar conta da HCB com competência e profissionalismo que deviam, por conseguinte, desmentir os pessimistas que prognosticavam uma degradação progressiva do símbolo da “segunda independência do país”.

Trata-se, segundo Guebuza, de um vaticínio que não se concretizou porque os moçambicanos têm auto-estima, são patriotas, empreendedores e, acima de tudo, orientados para os resultados.

A importância de responder a demanda de quadros impôs a necessidade de formar, mesmo em Songo, onde está sedeada a HCB, engenheiros a beira de um empreendimento com futuro. 

Os desafios para a consumação desse desiderato seriam enormes e múltiplos mas os sucessos alcançados, segundo o presidente, mostram que os moçambicanos souberam transformar esses desafios em oportunidades.

A cerimónia de graduação contou com a presença de membros do governo, entre eles os Ministros da Educação, Augusto Jone; da Energia Salvador Namburete; quadros do governo provincial, do corpo docente e familiares dos graduados.

 

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